Aventuras aéreas entre 1920 e 1930

Naquele tempo não existiam radiofaróis: os postos de T.S.F. instaláveis a bordo dos aviões limitavam-se ao alcance de uma escassa centena de milhas (…) e os aviadores navegavam socorrendo-se (…) dos pontos de referência observados no solo.

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Apontamento de verão

Há o Pico, a ilha, claro! Há o pico do Pico, a montanha da ilha que nos fascina e atrai. Há ainda o piquinho do pico do Pico, aquele cone que encima o grande vulcão que emerge das profundezas do Atlântico aos céus dos Açores, ponto mais alto de Portugal.

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Quezílias na Subsidiolândia

São bem conhecidas as críticas, frequentemente desabridas, que Michael O’Leary (MO’L), CEO da Ryanair, faz às companhias aéreas de bandeira, aos governos, aos reguladores, aos aeroportos, ao controlo de tráfego aéreo, aos sindicatos e, até, aos clientes. Ainda recentemente, insurgiu-se contra os Governos da Irlanda e do Reino Unido por causa das políticas de restrições de viagens.

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Portugal é um País; não é um Circo rasca

A abundância do fraseado trocado entre o ministro responsável pela TAP e pelas infra-estruturas aeroportuárias, Pedro Nunes Santos, com o presidente da Ryanair, o irlandês Michael O’Leary, está a assumir uma dimensão que já andará aí por alturas dos 10.000 pés. Estamos a falar de aviões e, por isso, é mais adequado adoptar a terminologia técnica porque, pelo rimo e pelo tom, corremos o risco de ver a cena alcançar a estratosfera. Por isso se justificam as preocupações crescentes relativamente ao avolumar de lixo que anda à solta fora de órbita. A ilha de Santa Maria vai dar conta disso.

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