Companhias de Aviação em Portugal, antes da SATA e da TAP

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Poder, oposição, alternativas e dissidências

No elenco que fiz na semana passada sobre os partidos de inspiração marxista que, ainda durante a ditadura, se afastaram do PCP, não mencionei o MRPPMovimento Reorganizativo do Partido do Proletariado, cuja atividade, de inspiração “maoísta”, surgiu a partir de 1970, altura em que publicou o órgão teórico de propaganda, Bandeira Vermelha, a que se seguiu, em 1971, o Luta Popular, e que acusava o PCP de ser revisionista. O seu registo oficial só viria a ocorrer, de facto, em 1975, quando evoluiu para PCTPPartido Comunista dos Trabalhadores Portugueses. O carisma de alguns dos seus fundadores, caso de Arnaldo Matos (dito o “Grande Educador da Classe Operária”) e de dirigentes como António Garcia Pereira, com grande visibilidade mediática, permitiu-lhes um certo destaque nos meios de comunicação, o que, no entanto, nunca chegou a ter expressão eleitoral significativa.  

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Ética implica bom senso

No último texto aqui escrito – os dias de mudança de ano, por muito mau que tenha sido o cessante, incitam a sermos moderados e construtivos – referi-me a formas de organização e a práticas reivindicativas de classes com prestígio social como as dos advogados, dos médicos e dos engenheiros e evitei mencionar casos e entidades, porventura com maior acuidade, em que é notável a utilização de influências e poderes políticos para benefício de algumas classes em prejuízo da boa gestão do que são bens públicos, que se afigura ficarem desperdiçados.

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Ordens e Sindicatos – Reivindicações sobrepostas

Ocorreu no corrente mês de dezembro um processo eleitoral na Ordem dos Advogados. No próximo ano ocorrerá um idêntico na dos Médicos. Daqui a menos de um mês terá início um curso de ética e deontologia profissional na dos Engenheiros. Menciono estes três exemplos porque se referem a casos, que me habituei a considerar como naturalmente mais enquadráveis na definição de Ordem, a funcionarem atualmente, como se constata, com regras éticas e democráticas.

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Unidos seríamos mais fortes

Não deixa de me espantar a naturalidade com que a atual tutela política da SATA fala de reestruturar esta organização, como se se tratasse de uma iniciativa sua, a traduzir-se na constituição de uma holding, de cuja “cabeça”, a SATA Air Açores, empresa-mãe, sairão, como unidades de negócio autónomas, a SATA Internacional/Azores Airlines, além da Manutenção e Engenharia, do Handling e da Gestão dos Aeródromos Regionais.

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Orçamentos a retalho

Na nossa cultura de cidadania, seria de esperar que um documento proposto por um governo para regular as contas públicas do ano seguinte devesse ser generalista e referir-se apenas aos grandes números, sem mencionar casos particulares. A sua aplicação na prática é que viria a ser bastante mais dinâmica, uma vez que se trataria de utilizar as verbas aprovadas para satisfazer as diversas rubricas no concreto do dia-a-dia e mês-a-mês.

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